Energia, trabalho, felicidade e amor

Acho que chega a uma altura em que temos de parar e perceber onde queremos gastar as nossas energias. Compreender até que ponto vale a pena continuar a tentar, insistir e bater com a cabeça na parede até que uma ou outra rache.

Eu não me importo de trabalhar muito, para mim ou para os outros, desde que acredite naquilo que estou a fazer. Acredite que é para um bem maior: maior do que eu e do que o trabalho em si. Algo que posso fazer muita gente feliz, mas que me deixe feliz durante o processo.

E na maioria das vezes a parte de ser feliz durante o processo é a mais difícil de conseguir, e na minha opinião é essencial. Se eu não estiver bem, se o meu trabalho for em vão, se estiver rodeada que pessoas que não me fazem bem, pouco interessa o bem maior que poderá advir (ou não).

E aí, perde-se confiança nesse fim. Perde-se motivação para o projeto. Perde-se a força.

Começamos a fazer as coisas obrigados, sem ânimo, sem amor.

Quando se perde o amor, perde-se tudo.

tv

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