Vivir Madrid, descubrir Madrid

Hola, que tal? Fui só visitar o forno que há ali em Madrid, destilar um pouco, comer uns churros com chocolate e perder-me entre calles e plazas. Mas já estou de volta!  Vamos lá salientar os pontos altos da viagem, vale?
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Como  nunca tinha ido quis ver tudo – todos os pontos turísticos, museus, parques, e depois começar a descobrir os locais que só poucos conhecem. Claro que ver tudo requer algumas coisas: tempo, organização, paciência e estar à vontade para andar muito (por vezes até perdida)… Felizmente consegui ver tudo a que me propus no início, e até tive algumas surpresas como ver a mudança da guarda real no Palácio, subir à cúpula da Catedral e encontrar mercados novos.

IMG_9759Mencionando alguns:

– Templo do Debod

– Barrio de las Letras

– Plaza del Sol

– Palácio Real de Madrid

– Catedral de la Almudena

– Chocolatería San Ginés

– Gran Vía

– Parque del Retiro

– Mercado de San Miguel

– Teleférico

– Rosaleda del Parque del Oeste.

Entre muitos, muitos outros locais, plazas, puertas, estações do metro impressionantes, que dão vontade de descobrir mais ainda, adentrar no coração da cidade, e apaixonar-me pela sua arquitetura, cultura e a língua.

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E isto sem ainda ter tocado na lista igualmente notável de museus: Reina Sofia, Prado, Thyseen, Arqueológico e do Traje – poucos quando comparados com a quantidade imensa que a cidade oferece. Uma coisa interessante que reparei: a maioria dos museus tem horários para visitas gratuitas, seja um dia inteiro (normalmente no fim-de-semana), ou apenas umas horas durante o dia. Isto permite que um número ainda maior de pessoas desfrute dos museus, inclusive os trabalhadores, visto que há horários “pós-laborais”! Ou seja, a possibilidade de ir apreciar obras de arte regularmente não está restrita a uma pequena minoria, pelo contrário: está ao dispor de toda a população, turistas incluídos. Em Portugal já se começa a fazer isto, com os dias grátis, normalmente o domingo, mas acho que ainda temos muito caminho pela frente…
museusOutro local completamente diferente, e relativamente novo, que tive a oportunidade de ver foi a zona de Madrid Río – um projeto particularmente interessante -, com os seus jardins, pontes e arte urbana, onde os habitantes próximos podem aproveitar para desfrutar a vida depois do trabalho e “ir à praia nos repuxos”. Também há o Matadero; como o nome indica trata-se de um antigo matadouro que abastecia a cidade inteira, que foi posteriormente restaurado, e atualmente é um centro cultural, oferecendo exposições, cinema, e no fundo um espaço mais alternativo para os amantes das artes.

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Em termos de deslocação achei tudo muito fácil! O sistema do metro é excelente – mesmo que ache algumas das estações meio feias -, e há também autocarros e comboios. Andar a pé também é uma solução, e boa, porque nos permite ir descobrindo mais e ver a cidade por através de outra perspetiva, é só preciso muita força de vontade. E cuidado não se percam como eu… mas vá… foi só uma vez…  e encontrei-me.

DSCF0576DSCF0451 DSCF0737O calor matou-me um bocadinho… bocadão… Parece que nem brisa nem vento passam pela cidade. Nem à noite! Aliás, num dia apercebi-me que estavam 34º às 23h da noite! E fui deitar-me na varanda como se isso solucionasse alguma coisa… Estamos habituados a que a hora de calor mais intenso seja entre as 12h e as 16h vá, mas lá é entre as 17h e as 19h! E o sol põe-se perto das 22h. DSCF0564

Falando nisso, a cidade dorme entre as 14h e as 18h – os estabelecimentos fecham, ficam só as lojas mais direcionadas aos turistas (e mesmo assim só os corajosos ficam), e voltam a abrir mais tarde. Portanto, comparativamente almoçam e jantam mais tarde, e as horas de ponta correspondem às 9.30h (visto que a maioria das pessoas começa a trabalhar às 10h), 14h e 21h. Por isso, imaginem só uma sexta às 21h na Gran Vía…

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Quase que ia perdendo o voo, mas graças aos deuses da TAP ele atrasou-se, e tiraram-me do lugar da janela (quem me tira isso rouba-me toda a alegria de andar de avião). Mas aqui estou eu, vivinha da Silva, com imensas fotografias e recordações, o coração mais leve e feliz, e já com saudades. Madrid, Madrid, voy a echarte de menos. 

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4 thoughts on “Vivir Madrid, descubrir Madrid

  1. Marta Ferreira diz:

    Quando fui em 2013 também apanhei um calor infernal, meio de Julho, só me apetecia enfiar as patas em cada fonte que via. E também andei que me fartei.
    Não acredito que falhaste um dos maiores símbolos de Madrid – o Santiago Bernabéu! E eu não gosto de futebol, e adorei. Foi tão bom que eu até comprei uma bola pequenina como recordação!

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