Museu da Eletricidade

Domingo de manhã parti rumo a Belém para visitar o Museu da Eletricidade. Por um despertar às 7 horas da manhã e 1€ (ser estudante tem as suas vantagens) lá se parte à aventura de descobrir o museu. Claro que na altura as explicações que fui encontrando me bastaram, mas para escrever aqui pesquisei ainda mais informação e agora algumas coisas até fazem mais sentido. Por isso, vamos lá!

O edifício da Central Tejo abriu como Museu da Eletricidade em 1990, e passados 10 anos passou por uma reabilitação nos edifícios e equipamentos, reabrindo em 2006. Primeiramente visava somente constituir uma lembrança do passado, mas atualmente é um espaço cultural e inovador, onde os visitantes podem presenciar diversos eventos e exposições.

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A exposição permanente apresenta a maquinaria original da Central, o modo de funcionamento da mesma e o ambiente de trabalho dos seus funcionários. Através disto ficamos com uma visão claro do funcionamento da antiga central termoelétrica de Lisboa, devido também às várias explicações fornecidas ao longo do percurso sobre o seu funcionamento.

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Muita atenção às figuras espalhadas ao longo da exposição, visto que eu tive um susto de quase morte – há sempre alguém a observar-vos, nem que seja um boneco. museueletricidade6

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Já as exposições temporárias oferecem bastante diversidade, passando por fotografia, escultura e pintura. Tive a sorte de conseguir ver duas exposições.

A primeira denomina-se 7 mil milhões de outros, pela Good Planet Foundation, que estará presente até dia 8 de Fevereiro. Retrata a forma de viver, sonhar e pensar de várias pessoas em todos os cantos do mundo, através de uma entrevista em vídeo com 45 perguntas transversais aos entrevistados sobre temas universais (família, amor, morte, perdão, clima, natureza, sentido da vida, desafios ou sonhos de infância). São testemunhos de 6000 pessoas de 84 países que nos transmitem aquilo que nos separa e o que nos une, apesar da distância e das diferenças.

A segunda exposição apresentava obras de Almada Negreiros, tanto desenhos, pinturas e livros do artista, denominada Almada Negreiros: O que nunca ninguém soube que houve, que estará exposta até dia 29 de Março. Na sua maioria obras inéditas, nunca antes expostas vindas da família, de coleções privadas e instituições públicas.

Fonte: Fundação EDP

Fonte: Fundação EDP

Fonte: Fundação EDP

Fonte: Fundação EDP

Há também um espaço didático e lúdico, mais direcionado às crianças, apresentando as várias formas de energias com jogos pedagógicos. Os vários nomes que contribuíram para o desenvolvimento da eletricidade bem como as várias invenções também estão expostos, tal como representações das energias renováveis – que transmitem um contexto mais atual e moderno.

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 Uma manhã de domingo bem passada com a redescoberta do museu. Melhor que isso só o sol que brilhava lá fora.

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